quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Vídeo sobre Cnidários



Cnidários


Filo: Cnidária

Características gerais:

è Foram os primeiros animais pluricelulares a apresentarem corpo com tecidos organizados.
è Vivem APENAS na água, principalmente nos mares.
è Possuem quase todo o corpo oco, por isso são conhecidos também de celenterados.
è Seu corpo possui uma cavidade digestiva, o que possibilita a ingestão de grandes alimentos.
è Essa cavidade possui apenas uma abertura, que seria a boca e o ânus.
è Formam estruturas rochosas, conhecidas como recife de corais.
è Os principais representantes desse grupo são as águas-vivas, as anêmonas-do-mar, os corais e as caravelas.
è Existem duas formas de cnidários: os pólipos e as medusas. Os pólipos são animais que vivem fixos a rochas e que apresentam poucos movimentos  anêmonas-do-mar e corais. Já as medusas nadam livremente e possuem uma forma parecida com um guarda-chuva, como as águas-vivas. Elas possuem tentáculos ao redor da boca e nas bordas do corpo.


è Em cnidários como os corais há um esqueleto externo feito de calcário que dá forma e sustenta o corpo do animal; enquanto que em cnidários como a água-viva, o corpo é mole e não possui esqueleto de sustentação.

                                  CORAIS
  Os animais desse filo são muito conhecidos por causarem queimaduras e irritações na pele, em razão de uma célula típica que eles possuem – chamada de cnidoblasto. Os cnidoblastos são estruturas responsáveis pela defesa contra predadores e também pela captura de alimento. Concentrados principalmente ao redor da boca e nos tentáculos, os cnidoblastos possuem em seu interior um líquido tóxico capaz de paralisar e matar os animais que servem de alimento para os cnidários (como peixes, crustáceos e vermes).

     No Norte e Nordeste da Austrália podemos encontrar uma espécie de água-viva que, dependendo da extensão da área afetada, pode matar uma pessoa adulta por parada cardiorrespiratória em menos de três minutos.


Figura 1: anêmona-do-mar; Figura 2: água-viva; 
Figura 3: caravela-portuguesa; Figura 4: corais



REPRODUÇÃO
è Os cnidários reproduzem-se sexuada e assexuadamente.
è A reprodução sexuada é feita pelas medusas, com exceção dos antozoários (os corais e as anêmonas-do-mar), das hidras e algumas outras espécies que não desenvolvem nunca, a fase de medusa: os machos e fêmeas libertam os produtos sexuais na água e ali se conjugam, dando origem aos zigotos. Dos ovos saem larvas pelágicas chamadas plânulas, em forma de pêra e completamente ciliadas que, quando encontram um substrato apropriado, se fixam e se transformam em pólipos. Em alguns celenterados, como os corais, a fase de pólipo é a fase definitiva.
è Os pólipos reproduzem-se assexuadamente formando pequenas réplicas de si mesmos por evaginação da sua parede, chamadas gomos. No caso dos corais, esses novos pólipos constroem o seu "esqueleto" e continuam fixos, contribuindo para o crescimento da colônia.

Poríferos

CARACTERÍSTICAS:

* Derivado dos protistas flagelados
* cor da esponja é dada pela simbiose, uma espécie de mutualismo entre a esponja e as algas
* Esponjas são imóveis e se fixam sobre um substrato que pode ser uma pedra, uma concha e outros.
* diblásticos, acelomados e sem cavidade digestiva
sem tecidos e sem sistemas

*Estrutura:

1) Poros: o corpo coberto de poros permite que a água entre e que ocorra a troca gasosa
2) Átrio: cavidade interna por onde circula a água
3) Ósculo : abertura na parte superior da esponja por onde saem os resíduos
4) Espículas: como se fosse o sistema esquelético das esponjas. Responsável pela proteção e sustentação.

*Tipos de Células de uma esponja:

1) Amebócitos: responsáveis pela regeneração, fazem o papel de sangue e auxiliam na troca gasosa.
2) Coanócitos: célula que apresenta um colarinho e flagelos responsáveis por produzir uma corrente de água que entra pelos poros para que ocorra a filtração.

* Filtração: os coanócitos com seus flagelos fazem uma corrente de água que entra pelos poros, atravessando o átrio e saindo pelo ósculo e traz oxigênio e alimento para o animal e leva embora os resíduos.

*Digestão: A alimentação dessas esponjas baseia-se na ingestão de plânctons que são capturados e digeridos em vacúolos digestivos nos coanócitos e transferidos para os amebócitos.  

* Reprodução: pode ocorrer de três formas – por brotamento, por regeneração, por gemulação ou de forma sexuada.

1) Gemulação: As espécies de esponjas de água doce formam gêmulas – massa de células que se reúnem no mesênquima e que são revestidos- para conservação da espécie em época de seca. Assim, quando as condições estiverem novamente favoráveis, a massa das células escapa do revestimento que as cobria antes e começa a crescer uma nova esponja.

2) Brotamento: o broto formado por amebócitos aparece no corpo da esponja, podendo sair e originar outro indivíduo ou permanecer preso, originando colônias.

3) Regeneração: fragmentos de uma esponja, por menores que sejam, podem originar novas esponjas, devido ao seu alto poder de regeneração.

4) Sexuada: A maioria dos poríferos são hermafroditas. Os gametas são originados em células denominadas gonócitos, que derivam dos amebócitos Os gametas masculinos (espermatozóides) saem da esponja através do ósculo, para em seguida, penetrar em outra esponja através dos poros, carregada pela corrente de água. Os coanócitos (células ovóides) captam os espermatozóides, transferindo-os para os óvulos, localizados na mesogléia, ocorrendo a fecundação. A maior parte das esponjas são vivíparas, sendo que após a fecundação o zigoto é retido e passa a receber nutrientes da esponja, até haver a liberação de uma larva flagelada, que irá nadar e se fixar em um substrato, originado um novo indivíduo.


domingo, 2 de junho de 2013

Gimnospermas


Características: 
  • semente nua;
  • Estróbilo;
  • traqueófita;
  • espermatófita;
  • Fanerógama;
  • pinheiros;
  • Matrotrofia;
  • Fase esporofítica duradoura. 
Semente Nua

Função:

  • Tegumento: evitar desidratação e absorção de água para a germinação;
  • Endosperma primário: acúmulo de substancias de reserva para nutrição do embrião;
  • Embrião: gerar uma nova geração de esporófito.


Reprodução





Estróbilos



Pinheiro
HORMÔNIOS VEGETAIS
     São substâncias orgânicas que desempenham uma importante função na regulação do crescimento. No geral, são substâncias que atuam ou não diretamente sobre os tecidos e órgãos que os produzem (existem hormônios que são transportados para outros locais, não atuando em seus locais de síntese), ativos em quantidades muito pequenas, produzindo respostas fisiológicas especificas (floração, crescimento, amadurecimento de frutos etc).
      A atuação dos reguladores químicos (hormônios) depende não apenas de suas composições químicas, mas também de como eles são "percebidos" pelos respectivos tecidos-alvos, de forma que um mesmo hormônio vegetal pode causar diferentes efeitos dependendo do local no qual estiver atuando (diferentes tecidos e órgãos), da concentração destes hormônios e da época de desenvolvimento de um mesmo tecido.
       Uma planta precisa de diversos fatores, internos e externos, para crescer e se desenvolver.
      Fatores externos: luz (energia solar), dióxido de carbono, água, minerais, temperatura, comprimento do dia e gravidade.
       Fatores interno: hormônios vegetais ou fitormonios.
5 grupos ou classes de hormônios vegetais (ou fitormônios) são reconhecidos, são eles:
1- Auxinas: 
    Substâncias relacionadas à regulação do crescimento. Das auxinas, a mais conhecida é o AIA – ácido indolilacético. O AIA nos vegetais não é produzido apenas em coleóptilos (Dá-se o nome de coleóptilo a primeira porção de planta que aparece à superfície do solo. Este desenvolve-se segundo a luz. Se a sua intensidade for constante, a planta irá-se desenvolver na vertical, se for iluminada lateralmente os coleóptilos irão crescer na direção da luz, curvando-se). Sua produção também ocorre em embriões nas sementes, em tubos polínicos, e até pelas células da parede de ovários em desenvolvimento. Na planta adulta, é produzindo nas gemas apicais, principalmente as caulinares.
   As auxinas atuam nos genes das células vegetais, estimulando a síntese de enzimas que promovem o amolecimento da parede celular, possibilitando a distensão das células. A forma do corpo de muitas plantas, principalmente as do grupo perene é definida pela ação hormonal. A gema apical, que atua no crescimento longitudinal do caule, produz auxina na superfície para inibe as gemas laterais, deixando-as dormentes. Eliminando-se a gema apical, o crescimento passará a ser promovido pelas gemas laterais ativadas pela ausência de auxina. O vegetal apresentará, então, forma copada: pouca altura e mais galhos.
    A aplicação de auxinas sobre a superfície do caule promove a formação de raízes adventícias, o que é útil na propagação vegetativa por meio de estacas.
    O nível de auxinas nos tecidos do ovário sobe sensivelmente por ocasião da fecundação, promovendo o desenvolvimento do fruto.
   A auxina sintética 2,4-D (ácido 2,4-diclofenoxiacético) é utilizada como herbicida e atua somente em plantas eudicotiledôneas.
2- Citocininas: 
      Estimulam a divisão celular (citocinese). São produzidas nas raízes e transportadas através do xilema para todas as partes da planta. Embriões e frutos também produzem as citocininas.
      Quando um fragmento de uma planta, um pedaço de parênquima, por exemplo, é colocado em um meio de cultura contendo todos os nutrientes essenciais à sua sobrevivência as células podem crescer mas não se dividem. Se adicionarmos apenas citocinina a esse meio, nada acontece, mas se adicionarmos também auxina, as células passam a se dividir e podem se diferenciar em diversos órgãos.
     As citocinas também atuam em associação com as auxinas no controle da dominância apical. Nesse caso, os dois hormônios tem efeitos antagônicos. As auxinas que descem pelo caule inibem o desenvolvimento das gemas laterais, enquanto as citocinas que vêm das raízes estimulam as gemas a se desenvolverem. Quando a gema apical é removida, cessa a ação das auxinas e as citocinas induzem o desenvolvimento das gemas laterais. Uma vez iniciado o desenvolvimento das gemas laterais não mais pode ser inibido. O fato de as gemas mais baixas do caule saírem da dormência antes das mais altas tem a ver com o fato de elas estarem mais próximas das raízes, onde são produzidas as citocinas.
     As citocinas também retardam o envelhecimento das plantas. Ramos e flores cortados e colocados em água envelhecem rapidamente pela falta desse hormônio. A adição de citocina na água dos vasos faz com que as flores cortadas durem bem mais tempo. É uma prática comum no comércio de plantas pulverizar citocina sobre as flores colhidas com a finalidade de retardar o seu envelhecimento.
3- Giberelinas: 
     As giberelinas estão presentes possivelmente em todas as plantas, por todas as suas partes e em diferentes concentrações, sendo que as mais altas concentrações estão em sementes ainda imaturas. Mais de 78 giberelinas já foram isoladas e identificadas quimicamente. As giberelinas tem efeitos drasticos no alongamento dos caules e folhas de plantas intactas, atraves da estimulacao tanto da divisao celular como do alongamento celular.
      São produzidas em tecidos jovens do sistema caulinar e sementes em desenvolvimento. É incerto se sua síntese ocorre também nas raízes. Após a síntese, as giberelinas são provavelmente transportadas pelo xilema e floema. 
    Giberelinas podem ser usadas na quebra de dormência de sementes de várias espécies de vegetais, acelerando a germinação uniforme de plantações. Em sementes de cevada e outras gramíneas, a giberelina produzida pelo embrião acelera a digestão em reservas nutritivas contidas no endosperma (região rica em reservas), pois estimula a produção de enzimas hidrolíticas. Podem ser usadas para antecipar a produção de sementes em plantas bienais. Juntamente com as citocininas, desempenham importante papel no processo de germinação de sementes. Podem causar o desenvolvimento de frutos partenocárpicos (sem sementes), incluindo maçã, abóbora, berinjela e groselha. A maior aplicação comercial das giberelinas é na produção de uvas para a mesa. O ácido giberélico promove a produção de frutos grandes, sem sementes, soltos entre si. Estimulam o florescimento de plantas de dia longo (PDL) e bienais.
     Muito usadas na agricultura.
4- Acido Abscísico: 
    Regulação de vários aspectos ligados à fisiologia das plantas, tais como respostas ao estresse hídrico, inibição da germinação de sementes e o desenvolvimentos dos gomos. Estes compostos ajudam as plantas no crescimento e desenvolvimento do caule. Um aumento na concentração deste hormônio na folha como resposta de um estresse hídrico causa o fechamento dos estômatos, diminuindo a transpiração, inibindo o crescimento da planta e do desenvolvimento das sementes e os frutos.
   Seu uso na agricultura vem sendo estudado e já apresentou alguns resultados satisfatórios tais como proteção de plantas de abóbora e tomate à baixa temperatura e baixa disponibilidade de água no solo, e na manutenção da dormência de gemas em tubérculos de batata armazenados

5- Etileno: 
    É um hidrocarboneto insaturado, de natureza gasosa, regulador do crescimento e que atua como hormônio. Sua produção em uma planta normal ocorre praticamente em todas as células e se torna mais abundante nas flores após a polinização e nos frutos em amadurecimento. Sua síntese também se verifica em células danificadas.
     Uma banana madura, colocada junto a outras verdes, acelera o amadurecimento das outras por causa do etileno que ela desprende. Por isso, os floricultores costumam armazenar frutos em câmaras onde é evitado o acúmulo de etileno no ar, retardando, assim, o amadurecimento.Outro modo de se evitar o amadurecimento dos frutos é enriquecer o ar do armazém com gás carbônico (já que esse gás antagoniza os efeitos do etileno) ou impedir a oxigenação dos frutos (o nível baixo de oxigênio reduz a taxa de síntese de etileno).
   O etileno também está envolvido com a queda – abscisão – de folhas e frutos. Esse processo começa com a redução do teor de AIA da folha, seguido pela produção do etileno. Ele estimula a síntese de celulase, enzima que digere as paredes celulósicas, na região de abscisão do pecíolo. Nessa região surge um meristema de abscisão, em que as células derivadas organizam uma cicatriz que fechará a lacuna produzida com a queda da folha ou do fruto.

Angiospermas



Características: 
  • Matrotrofia (embrião retido no gametófito feminino);
  • Traqueófita (vascular);
  • Espermatófita (semente);
  • Fanerógama (órgão reprodutor aparente);
  • Metagênese;
  • Fase esporofítica duradoura.


Apomorfia: flor e fruto

Funções: 

  • Pedúnculo: haste de sustentação e fixação da flor ao caule;
  • Pétalas: proteção e atração de polinizadores;
  • Sépalas: proteção do botão.
  • Endospermas (3n): acumular substâncias para nutrir o embrião; ser 3n é importante para ter mais proteínas.
Agentes Polinizadores: 



Paródia sobre Pteridófitas